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Professor, Músico, Audiófilo, Cientista Político, Jornalista, Escritor de 1968.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Dramatizações 2010 2 - Escola La Hire Guerra/ Eldorado do Sul

A 7ª série julga Napoleão Bonaparte.


A promotoria argumenta contra o réu.


Isabel da Espanha concede privilégios a Colombo. A 6ª Série dramatiza a expansão maritma européia.

O Cacique da Tribo, seus guerreiros e Cristovão Colombo.


A 5ª Série Dramatiza a antiguidade.


A Rainha e seus Escravos.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Dramatizações 2010 1 - EEEM Pe Reus

Também realizei dramatizações com os alunos nesse segundo trimestre antes das férias. Essas aí foram feitas com 1ªs e 3ªs séries. Acho que os alunos se superaram e fizeram trabalhos muito bonitos e criativos, demonstrando toda a qualidade do aprendizado propiciado por esse tipo de atividade. Curtam.

Gostaria de gentilmente pedir a você, que tem lido meus dois blogs, que deixasse comentários, dicas e críticas ao que vem sendo feito aqui. Obrigado por comparecer, sempre às ordens!

Os Cavaleiros e Vassalos reverenciam os suseranos.


A música e o artesanato na Idade Média Européia.


Na Idade Média, os homens viviam para a religiosidade.


Os fiéis pedem perdão pelos pecados.


Acusadas de Bruxaria queimam na fogueira.


A Igreja e as questões medievais.


A 233 julga Getúlio Vargas!


Alunos da 3ª Série discutem, na prática, o aquecimento global.


Os militantes ecológicos apertam empresas poluidoras.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Galeria de Desenhos deste humilde artista

A Gente se desdobra em mil pra levar a vida hoje em dia. De dia a gente se esforça muito. À noite relaxamos.

Homentiroso


Monotonia Sorridente


Larissaltitante


8ª Série


Controlinodélico

Gremiologia


Imagenastrado

Velhacos Cruéis

domingo, 11 de julho de 2010

Final

Finalmente finalizamos a final da paciência final do final da finalização da Copa. Chata como a minha frase inicial a Copa do Mundo 2010 finalizou com uma final chata. Emocionante só os vinte primeiros minutos do tempo regulamentar e a prorrogação, quando os Espanhóis massacraram os holandeses.

Por outro lado ela traduziu exatamente a sensação que tive ao ver a copa: chatice dos gols que não saem, e nada melhor do que a Espanha que fez bem poucos gols e foi campeã. O Futebol de hoje é isso, resultado, ganhar, mesmo que seja só de um a zero. Essa é a seleção símbolo do futebol de hoje. É tudo muito parelho e ninguém é muito melhor que ninguém nessa copa. Tudo bem, a Espanha é um bom time, mas quase nunca deu show. Outras equipes deram show, como a Alemanha que aplicou dois quatro a zero, até na estreia. Ou a Argentina, que conseguiu fazer o mesmo uma vez. Portugal que fez sete a zero, ou o três a zero do Brasil no Chile.

É isso, aquele futebol de beleza não é nem nunca foi a única saída desse esporte para a vitória. É possível sempre vencer e conquistar jogando o pro gasto. A Espanha se garantiu sempre preferindo se proteger do que atacar. Aquele meio termo, parelho, mas que pende mais pra defesa. Retranca, não, não chega a ser isso. É melhor pensar em precacução.

Essa Copa me lembrou 1994, que foi a segunda copa mais chata que eu vi, depois desta. Os caras jogavam ao meio dia, com um solão, baixa qualidade técnica e uma decisão que foi pros penaltis. O Brasil de Parreira jogou retrancado, Se não fosse o Romário e o Bebeto, estávamos fudidos. O Dunga capitão pegou a taça e gritou: “É Nossa, porra!” Muito lindo.

O Dunga xaropeou a imprensa que o xaropeou mais ainda de volta. Os europeuzinhos fizeram os quatro times das duas últimas finais. Os juízes cometeram uma quantidade de erros inacreditável, as vuvuzelas azucrinaram o que deu o ouvido e a paciência de todo mundo. Santo Deus, que copa chata. Ainda bem que acabou, finalmente.


domingo, 4 de julho de 2010

A Europa criou o Brasil

Circula pela internet um boato de teoria conspiratória que diz que tudo foi armado para o Brasil não ser campeão na África. Desde a contratação de Dunga pela CBF, um técnico sem experiência nenhuma na função, que formou um time (quase) sem craques e deu o azar (sorte) de ganhar tudo só perdendo mesmo o objetivo final. Durante as partidas vimos um grupo quase inerte pela falta de criatividade, que tomou ferro dos adversários que o chutaram, bateram, espancaram e desfalcaram, sem que a arbitragem tenha feito algo contra. Muito antes pelo contrário, amarelou-se os principais jogadores brasileiros e atingiu-se o cúmulo quando se expulsou Kaká, o que nunca ocorreu antes no futebol oficial, por uma falta que ele sofreu e pela irritação da falta de punição aos adversários.

A Vitória estaria nos destinada a ser em 2014, quando sediaremos a competição.

É, faz muito sentido, embora eu não creia de fato. Raramente dou fé a estas conspirações secretas que flutuam mais na imaginação criativa dos que enxergam um inimigo oculto por trás de tudo, os paranóicos, com sua criatividade auto-inspiradora. Prefiro enxergar por um outro lado. Esta competição foi criada pelos europeus e para eles mesmos.

Orgulhosamente nos gabamos de termos colocado quatro representantes sul-americanos na quartas, mas no conflito direto com os habitantes do velho mundo tomamos um vareio. Incidimos exatamente no “erro” do qual os treinadores de lá sempre nos acusam: somos emocionais demais e não toleramos derrota. Pois foi exatamente tal fato que desancou Brasil e Argentina das semi-finais, se agravando ainda mais no caso de nossos irmãos portenhos, que se anularam contra os alemães.

Talvez até as oitavas, pelo baixo nível técnico da competição, tenhamos ido com facilidade e até impulsionados pela emoção. Mas quando o controle dos nervos exigiu mais, os Europeus triunfaram, restando-nos apenas o esgualepado Uruguai que só enfrentou, por sorte, times bem inferiores.

Não esqueçamos que o mito fundador de nossa civilização é o genocídio frio e calculista que esses bárbaros do velho continente aqui perpetraram. E quando criaram-nos como seus filhos e eternamente dependentes não nos deram a fibra de reagir a seu cruel morticínio, nem no campo de jogo. Conseguimos quando jogamos nossos índios super-heróis em batalhas espetaculares a superá-los. Dessa vez faltaram os super-heróis que pareciam demasiadamente desprovidos de talento suficiente para romper com a sina de nossa amargurada história.

Essa competição foi pensada para os nervos deles e mesmo a mais bem elaborada teoria conspiratória não consegue apagar o destino de nossos pobres trabalhadores do futebol, suprimidos pela crueza e sangue frio de nossos vis colonizadores, que mitificaram a competição para que seus decendentes a vençam. Ás vezes demos o azar de supera-los.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Imaginem!

Imaginem se a Argentina ganha essa copa podre! Nunca vi um nível técnico tão baixo. Afinal quem é que está jogando alguma coisa? Ninguém. Os Brasilzinhos ficaram ali esperando os norte-coreanos saírem da linha de quatro zagueiros e cinco volantes para fazer alguma coisa! O Luis Fabiano foi uma Múmia. Nem se mexeu. Ô, Dunga, tira ele! Viva o Nilmar.
O Futebol já era. A coisa tá assim por causa da grana "que ergue e destrói coisas belas". A última Copa de verdade foi aquela que os Hermanos ganharam com gol de mão!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Cornologia

Com certeza tem um complô internacional pra acabar com a música no lado debaixo de equador. Essa onda de sentimentos marginais e vis pela qual passa a maior parte da música popular do Brasil é um atentado à nossa cultura e á Brasilidade. Tem gente que jura que o que ouve nas rádioa é a coisa mais maravilhosa do mundo. Coitados. Não sabem que só ouvem isso porque tem alguém pagando jabá pra esvaziar sua cabeça.

Mesmo as multinacionais mais sectárias já foram mais bem intencionadas por aqui. Agora, em forma de música, só nos apresentam sofrimento. Nos Jornais de TV e escritos, por sua vez, é só sangue. É uma vibração pra negativizar nossa mente e nem percebemos.

Talvez isso esteja acontecendo porque as autoridades conservadoras perceberam que a música é potencialmente devastadora e revolucionária em seu alcance transformador. Então, nos negam. Nos dão coisas que não são dignas de serem chamadas de música. Querem que vivamos a nos sentir traídos pelo parceiro ou por nós mesmos. É um momento cornológico da MPB.

Eu admiro do fundo do coração aqueles jovens que conseguem sair desse espectro auto-depreciativo em que a paupérrima música pop brasileira vem surfando nas últimas décadas. Mas, geralmente, esses são os mais politizados, críticos e atuantes na realidade, de onde depreendo que esse tipo de fruição educa de fato. E a por mim criticada, ao contrário. Aliena e emburrece.